Matthew Henry

2 Tessalonicenses 1

Argumento

Segunda Epístola aos Tessalonicenses

Concluída por Daniel Mayo.

UMA

EXPOSIÇÃO

COM OBSERVAÇÕES PRÁTICAS

DA SEGUNDA EPÍSTOLA DE SÃO PAULO AOS

TESSALONICENSES.

Esta segunda epístola foi escrita pouco depois da primeira e parece ter tido o desígnio de evitar um equívoco que poderia surgir de algumas passagens da primeira epístola sobre a segunda vinda de Cristo, como se ela estivesse próxima.

Nesta epístola, o apóstolo toma cuidado para evitar que alguns deles pudessem fazer mau uso de suas expressões, que estavam de acordo com a linguagem dos profetas do Antigo Testamento. Informa-lhes que ainda havia muitos propósitos intermediários a serem cumpridos antes da chegada daquele dia do Senhor, embora tivesse falado dele como próximo por ser certo.

Escreve também sobre outros assuntos, para consolá-los em meio aos sofrimentos e exortá-los e orientá-los no cumprimento do dever.

Depois da introdução (v. 1, 2), o apóstolo inicia a epístola relatando sua grande estima por esses tessalonicenses, v. 3, 4. Em seguida, consola-os em suas aflições e perseguições (vv. 5-10) e lhes diz pelo que orava a Deus em favor deles, v. 11, 12.

Versículos 1 a 4

Introdução. (52 d.C.)

Temos aqui:

I. A introdução (v. 1, 2), nas mesmas palavras da epístola anterior. Disso podemos observar que, assim como este apóstolo não considerava penoso para si escrever nas suas epístolas as mesmas coisas que havia exposto na pregação (Filipenses 3:1), assim escrevia de boa vontade a uma igreja as mesmas coisas que escrevia a outra.

A repetição das mesmas palavras nesta epístola e na anterior nos mostra que os ministros devem se preocupar menos com a variedade de expressão e a elegância do estilo do que com a verdade e a utilidade das doutrinas que pregam.

É preciso ter muito cuidado para que, por afetação de novidade no método e nas expressões, não promovamos ideias ou doutrinas novas, contrárias aos princípios da religião natural ou revelada, sobre os quais esta igreja dos tessalonicenses foi edificada, como todas as igrejas verdadeiras: isto é, em Deus nosso Pai e no Senhor Jesus Cristo.

II. A expressão da grande estima que o apóstolo tinha por eles. Ele não só nutria grande afeição por eles, como expressara na primeira epístola e agora novamente no piedoso desejo de graça e paz para eles, mas também manifesta sua grande estima. Quanto a isso, observe:

  1. Como expressa sua estima por eles. (1.) Glorificava a Deus por eles: “Devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos, como é justo”, v. 3. Preferiu falar do que havia neles de louvável agradecendo a Deus, em vez de elogiá-los diretamente.

Como o que menciona era motivo de alegria para ele, considerava-o também motivo de gratidão; e era justo e apropriado que assim fosse. Somos obrigados, e é nosso dever, a agradecer a Deus por todo bem encontrado em nós ou nos outros. Agradecer a Deus em favor dos nossos semelhantes cristãos não é só um ato de bondade para com eles, mas também nosso dever.

(2.) Também se gloriava neles diante das igrejas de Deus, v. 4. O apóstolo jamais bajulava os seus amigos, mas tinha prazer em elogiá-los e falar bem deles, para a glória de Deus e para estimular e animar os outros.

Paulo não se gloriava em seus próprios dons nem em seu trabalho entre eles, mas na graça que Deus lhes concedera. Portanto, seu gloriar-se era bom, porque todo o louvor que lhes prestava e o prazer que ele próprio sentia convergiam para o louvor e a glória de Deus.

  1. Por que os estimava e agradecia a Deus por eles: pelo crescimento de sua fé, seu amor e sua paciência. Na primeira epístola (1 Tessalonicenses 1:3), agradecera pela fé, pelo amor e pela paciência deles; aqui agradece pelo crescimento de todas essas graças. Não eram apenas cristãos verdadeiros, mas cristãos em crescimento.

Repare: onde há graça verdadeira, ela crescerá. O caminho dos justos é como a luz resplandecente, que brilha cada vez mais até o dia perfeito. E, onde a graça cresce, toda a glória por isso deve ser dada a Deus.

Devemos tanto a ele pelo aproveitamento da graça e pelo progresso dessa boa obra quanto pela primeira obra da graça e seu próprio início. Podemos ser tentados a pensar que, embora não pudéssemos tornar-nos bons quando éramos maus, depois de bons podemos facilmente tornar-nos melhores.

Mas dependemos da graça de Deus para aumentar a graça que temos tanto quanto dependíamos dela para plantar graça quando não a tínhamos. O motivo da gratidão e do gloriar-se do apóstolo pelos tessalonicenses era:

(1.) Que sua fé crescia extraordinariamente, v. 3. Estavam mais firmes na verdade das revelações do evangelho, confiavam nas promessas do evangelho e esperavam vivamente por outro mundo. O crescimento da fé deles se manifestava nas obras da fé; e, quando a fé cresce, todas as outras graças crescem proporcionalmente.

(2.) Que a sua caridade abundava (v. 3), o seu amor a Deus e ao homem. Repare: onde a fé cresce, o amor será abundante, pois a fé opera pelo amor. E não só a caridade de uns poucos deles, mas a de cada um uns pelos outros, abundava. Não havia entre eles divisões como em algumas outras igrejas.

(3.) Que sua paciência, assim como sua fé, crescia em todas as perseguições e tribulações. E a paciência realiza sua obra perfeita quando se estende a todas as provações.

Os tessalonicenses suportavam muitas perseguições por causa da justiça, assim como outras aflições que enfrentavam nesta vida cheia de calamidades. Ainda assim, suportavam tudo isso pela fé, vendo aquele que é invisível e tendo em vista a retribuição da recompensa.

E as suportavam com paciência, não com insensibilidade diante delas, mas com uma paciência nascida de princípios cristãos, que os mantinha tranquilos e submissos e lhes dava força e amparo interiores.

Versículos 5 a 10

Perspectiva dos Santos Perseguidos. (52 d.C.)

Depois de mencionar as perseguições e tribulações que suportavam principalmente por causa de Cristo, o apóstolo passa a apresentar-lhes diversos motivos de consolo em meio a elas. São eles:

I. Fala-lhes da felicidade e vantagem presentes dos seus sofrimentos, v. 5. Como sua fé era provada e sua paciência exercitada, os sofrimentos os aperfeiçoavam, de modo que eram considerados dignos do reino de Deus. Seus sofrimentos eram um sinal evidente de que eram dignos, ou aptos, a ser considerados cristãos de fato, pois conseguiam sofrer pelo cristianismo.

E a verdade é que, se a religião vale alguma coisa, vale tudo. Quem não consegue se dispor a sofrer por ela ou não tem religião alguma, ou não tem uma religião que valha a pena ter, ou não sabe dar-lhe o devido valor.

Além disso, pelo sofrimento paciente deles se via que, segundo o justo juízo de Deus, seriam considerados dignos da glória celestial: não por dignidade de mérito, mas somente por adequação. Não poderiam merecer o céu, mas eram preparados para ele.

Não podemos, por todos os nossos sofrimentos, mais do que por nossos serviços, merecer o céu como dívida. Mas, pela paciência em meio aos sofrimentos, somos capacitados para a alegria prometida aos que sofrem pacientemente pela causa de Deus.

II. Em seguida, fala-lhes da retribuição futura que será dada a perseguidores e perseguidos.

  1. Nessa retribuição futura haverá: (1.) Castigo imposto aos perseguidores: Deus retribuirá com tribulação aos que afligem vocês, v. 6. E nada assinala de modo mais infalível uma pessoa para a ruína eterna do que o espírito perseguidor e a inimizade contra o nome e o povo de Deus.

Assim como a fé, a paciência e a constância dos santos são para eles um penhor de descanso e alegria eternos, assim o orgulho, a malícia e a perversidade de seus perseguidores são para estes um penhor de miséria eterna. Pois cada pessoa traz consigo, e leva consigo ao sair do mundo, ou o seu céu ou o seu inferno.

Deus retribuirá e afligirá os que afligem seu povo. Às vezes fez isso neste mundo, como demonstra o fim terrível de muitos perseguidores; mas o fará especialmente no outro mundo, onde a porção dos perversos será choro, lamento e ranger de dentes.

(2.) Recompensa para os perseguidos: Deus retribuirá a sua aflição com descanso, v. 7. Resta um descanso para o povo de Deus, um descanso do pecado e da tristeza. Embora agora os justos sofram muitas aflições, contudo Deus os livrará de todas elas. O descanso futuro retribuirá abundantemente todas as suas aflições presentes.

Os sofrimentos deste tempo presente não são dignos de comparação com a glória que será revelada. Há no céu o suficiente para compensar tudo o que possamos perder ou sofrer neste mundo pelo nome de Cristo. O apóstolo diz: “A vós, que sois atribulados, descanso conosco”.

No céu, ministros e povo que sofrem juntos aqui descansarão e se alegrarão juntos; e o cristão mais humilde descansará com o maior apóstolo. Ou melhor: há algo muito maior: se sofremos por Cristo, também reinaremos com ele, 2 Timóteo 2:12.

  1. A respeito dessa retribuição futura, devemos observar ainda:

(1.) Sua certeza, provada pela retidão e justiça de Deus: “É justo da parte de Deus” (v. 6) retribuir a cada pessoa segundo suas obras. Pensar nisso deve aterrorizar os perversos e perseguidores e dar grande amparo aos justos e perseguidos; pois, já que existe um Deus justo, haverá uma retribuição justa.

O povo de Deus que sofre nada perderá por seus sofrimentos, e seus inimigos nada ganharão pelas vantagens que obtiverem contra eles.

(2.) O tempo em que será dada essa justa retribuição: “Quando o Senhor Jesus for revelado do céu”, v. 7. Esse será o dia da revelação do justo juízo de Deus, pois então Deus julgará o mundo com justiça por meio do homem que designou, Jesus Cristo, o justo Juiz.

A justiça de Deus não aparece tão visivelmente a todos no curso de sua providência como aparecerá no desenrolar do grande dia do juízo. As Escrituras nos deram a conhecer o juízo vindouro, e temos a obrigação de receber a revelação que aqui nos é dada a respeito de Cristo. A saber:

[1.] Que naquele dia o Senhor Jesus aparecerá do céu. Agora os céus o retêm e o ocultam; mas então será revelado e se manifestará. Virá com toda a pompa e poder do mundo superior, de onde esperamos o Salvador.

[2.] Será revelado com seus anjos poderosos (v. 7), ou os anjos de seu poder. Eles o acompanharão e darão esplendor à solenidade daquele grande dia de sua aparição. Serão ministros de sua justiça e misericórdia naquele dia: convocarão os criminosos ao seu tribunal, reunirão os eleitos e serão empregados para executar sua sentença.

[3.] Virá em fogo flamejante, v. 8. Um fogo vai adiante dele e consumirá seus inimigos. A terra e todas as obras nela existentes serão queimadas, e os elementos se derreterão com calor intenso.

Esse será um fogo de prova, para provar a obra de cada pessoa; um fogo purificador, para purificar os santos, que compartilharão a pureza e participarão da felicidade do novo céu e da nova terra; e um fogo consumidor para os perversos. A sua luz será penetrante, e o seu poder consumidor, para todos os que naquele dia forem achados como palha.

[4.] Os efeitos dessa aparição serão terríveis para alguns e alegres para outros.

Primeiro, serão terríveis para alguns, pois então ele se vingará dos perversos. 1. Daqueles que pecaram contra os princípios da religião natural e se rebelaram contra a luz da natureza, que não conheciam a Deus (v. 8), embora as coisas invisíveis dele se manifestem nas coisas visíveis.

  1. Daqueles que se rebelam contra a luz da revelação, que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta é a condenação: a luz veio ao mundo, e os homens amam mais as trevas do que a luz. Este é o grande crime de multidões: o evangelho lhes é revelado, e não crerão nele; ou, se alegam crer, não lhe obedecerão.

Repare: crer nas verdades do evangelho tem por fim obedecer aos seus preceitos; é necessária a obediência da fé. Para as pessoas aqui mencionadas, a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo será terrível por causa de sua condenação, descrita no v. 9. Observe aqui:

(1.) Serão então castigadas. Embora os pecadores possam receber um longo adiamento, por fim serão castigados. Sua miséria será castigo apropriado por seus crimes e nada além do que mereceram. Fizeram a obra do pecado e devem receber o salário do pecado.

(2.) Seu castigo será nada menos que destruição: não de sua existência, mas de sua felicidade; não apenas do corpo, mas do corpo e da alma. (3.) Essa destruição será eterna. Estarão sempre morrendo, sem jamais morrer. A sua miséria correrá paralela à linha da eternidade.

As cadeias de trevas são eternas, e o fogo é eterno. Assim deve ser, pois o castigo é imposto por um Deus eterno a uma alma imortal, colocada fora do alcance da misericórdia e da graça divinas.

(4.) Essa destruição virá da presença do Senhor, isto é, sem mediação, do próprio Deus. Aqui, Deus castiga os pecadores por meio de criaturas, por meio de instrumentos; mas então tomará a obra nas suas próprias mãos. Será a destruição vinda do Todo-Poderoso, mais terrível que o fogo consumidor que consumiu Nadabe e Abiú, vindo da presença do Senhor.

(5.) Virá da glória de seu poder, ou de seu glorioso poder. Não só a justiça de Deus, mas também seu poder onipotente será glorificado na destruição dos pecadores. E quem conhece o poder de sua ira? Ele é capaz de lançar no inferno.

Em segundo lugar, será um dia alegre para alguns, a saber, os santos, que creem e obedecem ao evangelho. E então o testemunho do apóstolo sobre esse dia será confirmado e crido (v. 10). Naquele dia luminoso e bendito:

  1. Cristo Jesus será glorificado e admirado pelos seus santos. Eles contemplarão sua glória e a admirarão com prazer; glorificarão sua graça, admirarão as maravilhas de seu poder e bondade para com eles e lhe cantarão aleluias no dia de seu triunfo, pela vitória e felicidade completas deles.

  2. Cristo será glorificado e admirado neles. Sua graça e seu poder serão então manifestados e engrandecidos, quando se mostrar o que ele adquiriu para todos os que creem nele, realizou neles e lhes concedeu.

Assim como a sua cólera e o seu poder serão conhecidos na destruição dos inimigos e por meio dela, assim a sua graça e o seu poder serão engrandecidos na salvação dos seus santos. Repare: o modo como Cristo tratará os que creem será algo que um dia causará espanto ao mundo.

Agora eles são motivo de espanto para muitos; mas quanto espanto causarão naquele grande e glorioso dia! Ou melhor, quanto será admirado Cristo, cujo nome é Maravilhoso, quando o mistério de Deus se completar!

Cristo não será tão admirado na gloriosa estima dos anjos que trará consigo do céu quanto nos muitos santos, nos muitos filhos que conduzirá à glória.

Versículos 11 a 12

A Oração do Apóstolo. (52 d.C.)

Nestes versículos, o apóstolo torna a falar aos tessalonicenses da sua oração fervorosa e constante em favor deles. Não podia estar presente com eles, contudo se lembrava sempre deles. Pensava muito neles e lhes desejava o bem; não poderia expressar sua boa vontade e seus bons desejos de modo melhor que orando a Deus por eles com fervor e constância: “Por isso também oramos”, etc.

Repare: os pensamentos de fé e a expectativa da segunda vinda de Cristo devem nos levar a orar a Deus em nosso favor e em favor dos outros. Devemos vigiar e orar, como nosso Salvador orienta os discípulos (Lucas 21:36): Vigiem, pois, e orem sempre, para que sejam considerados dignos de estar de pé diante do Filho do homem. Observe:

I. Pelo que o apóstolo orava, v. 11. É muito importante sermos bem instruídos sobre o que pedir em oração. Sem instrução divina, não sabemos pelo que orar; e, sem auxílio divino, não oraremos da maneira como devemos. Nossas orações devem corresponder às nossas expectativas. Assim, o apóstolo ora por eles:

  1. Que Deus comece neles a sua boa obra de graça. Podemos entender assim esta expressão: que o nosso Deus os considere (ou, como poderia ser lido, os torne) dignos deste chamado. Somos chamados com um chamado elevado e santo; somos chamados para o reino e a glória de Deus.

A esperança de nosso chamado não é nada menos que a herança dos santos, nada menos que desfrutar a glória e a felicidade que serão reveladas quando Cristo Jesus for revelado do céu. Ora, se este é nosso chamado, nossa grande preocupação deve ser ser dignos dele, ou estar aptos e preparados para essa glória.

Como não temos dignidade própria, senão a que devemos inteiramente à graça de Deus, devemos orar para que ele nos torne dignos e então nos considere dignos desse chamado, ou nos torne aptos a participar da herança dos santos na luz, Colossenses 1:12.

  1. Que Deus leve adiante a boa obra iniciada e cumpra todo o bom agrado da sua bondade. O bom agrado de Deus indica os seus propósitos graciosos para com seu povo, que procedem de sua bondade e são cheios de bondade para com eles. É daí que nos vem todo o bem.

Se há algum bem em nós, ele é fruto da boa vontade de Deus para conosco e se deve ao bom agrado da sua bondade; por isso se chama graça. Ora, Deus tem diversos e múltiplos propósitos de graça e boa vontade para com seu povo, e o apóstolo ora para que todos se cumpram em favor desses tessalonicenses.

Há diversas boas obras de graça iniciadas no coração do povo de Deus, procedentes desse bom agrado da sua bondade, e devemos desejar que sejam completadas e aperfeiçoadas. Em particular, o apóstolo ora para que Deus cumpra neles a obra da fé com poder.

Repare: (1.) O cumprimento da obra da fé tem por fim o cumprimento de todas as outras boas obras. E (2.) É o poder de Deus que não só inicia, mas também leva adiante e aperfeiçoa a obra da fé.

II. Por que o apóstolo orava por essas coisas (v. 12): “Para que o nome do Senhor Jesus seja glorificado”. Este deve ser o fim que buscamos em tudo o que fazemos e desejamos: que Deus e Cristo sejam glorificados em todas as coisas. Nossa própria felicidade e a dos outros devem estar subordinadas a esse fim supremo.

Nossas boas obras devem brilhar diante dos homens de tal modo que outros glorifiquem a Deus, que Cristo seja glorificado em nós e por nosso intermédio e que, então, sejamos glorificados nele e com ele. E esse é o grande fim e desígnio da graça de nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo, que nos é manifestada e operada em nós.

Ou, em outras palavras: isso está de acordo com a graça de Deus e de Cristo. Isto é, considerando a graça que nos é manifestada e concedida por Deus e Cristo, convém que orientemos tudo o que fazemos para a glória de nosso Criador e Redentor.


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