Matthew Henry

Prefácio do volume II

Josué a Ester

Este segundo volume de exposições metódicas e práticas dos escritos inspirados se apresenta ao público com temor e tremor, com a mesma vestimenta simples e modesta do primeiro, dedicado ao Pentateuco. Ornari res ipsa negat; contenta doceri — o próprio assunto dispensa adornos; basta que seja compreendido.

Mas confio que, pela graça, ele procede do mesmo propósito sincero de promover o conhecimento das Escrituras para reformar o coração e a vida das pessoas.

Se eu puder servir de instrumento para tornar meus leitores sábios e bons, mais sábios e melhores, mais atentos contra o pecado e mais cuidadosos de seu dever para com Deus e com os homens e, para isso, mais apaixonados pela palavra e pela lei de Deus, terei tudo o que desejo, tudo a que me proponho.

Que aquele que fornece semente ao semeador multiplique a semente lançada, aumentando os frutos de nossa justiça (2 Coríntios 9:10).

É a história da igreja e da nação judaicas que ocupa este volume, desde seu primeiro estabelecimento na terra prometida, após 430 anos de servidão no Egito e quarenta anos de peregrinação no deserto, até seu restabelecimento ali depois dos setenta anos de cativeiro na Babilônia — de Josué a Neemias.

Os cinco livros de Moisés tratavam mais de suas leis, instituições e estatutos; estes livros, porém, são inteiramente históricos. Por esse modo de escrever, grande quantidade de conhecimento e sabedoria de muito valor foi transmitida de uma geração a outra.

A cronologia dessa história e a determinação das épocas em que ocorreram os diversos acontecimentos nela relatados muito a esclareceriam e realçariam. Por isso, merecem a investigação dos curiosos e engenhosos, que poderão encontrar prazer e proveito ao examinar o trabalho dos muitos estudiosos que se dedicaram a esse assunto.

Confesso que eu de boa vontade teria entretido a mim e ao leitor neste prefácio com um cálculo dos períodos abrangidos por essa história. Considero, porém, que alguém tão principiante no conhecimento quanto eu não poderia pretender acrescentar algo ao que tantos grandes escritores fizeram nem corrigir seu trabalho, muito menos resolver as controvérsias surgidas entre eles.

Eu havia pensado em consultar meu estimado e sempre honrado amigo sr. Tallents, de Shrewsbury, erudito autor da Visão da História Universal, e pedir-lhe conselho e auxílio para organizar o conteúdo dessa história. Mas, na própria semana em que concluí esta parte, aprouve a Deus pôr fim à sua vida útil — útil até o fim — e chamá-lo ao descanso, no octogésimo nono ano de sua vida.

Assim foi interrompido esse propósito, esse pensamento de meu coração.

Contudo, a obra elaborada dele, comumente chamada Tabelas Cronológicas, lança muita luz sobre esta história e, de fato, sobre todas as demais partes da história. A Cronologia do Antigo Testamento, do dr. Lightfoot, e a História Metodizada do Antigo Testamento, do sr. Cradock, também podem ser muito úteis aos leitores para os quais escrevo.

Quanto às dificuldades cronológicas específicas que aparecem no curso dessa história, não me estendi sobre elas, porque muitas vezes eu não conseguia satisfazer a mim mesmo; como poderia, então, satisfazer meu leitor a respeito delas?

Na verdade, não encontrei dificuldade tão grande que não se pudesse apresentar uma solução suficiente para calar os ateus e os opositores das Escrituras e afastar dos registros sagrados toda acusação de contradição e incoerência interna.

Para isso, basta mostrar que a diferença pode ser conciliada de um modo ou de outro, mesmo quando não se consegue decidir qual é o correto. Felizmente, são questões a respeito das quais podemos, com toda a segurança e tranquilidade, permanecer sem conhecimento ou conclusão.

O que diz respeito à nossa salvação é bastante claro, e não precisamos nos atormentar com minúcias de cronologia, genealogia ou corografia. Ao menos, minha tarefa não me conduz a esses labirintos.

O que pretendo observar é aquilo que é proveitoso para ensinar, repreender, corrigir e instruir na justiça; só em função disso me esforçarei por esclarecer o que é obscuro e difícil de entender. Cada autor deve ser lido segundo seu modo de escrever.

Assim como os escritores sagrados não nos deixaram sistemas formais, também não nos deixaram anais formais, mas narrativas úteis de fatos apropriados para nos guiar no caminho do dever. Alguns grandes juízes dos escritores comuns consideraram essas histórias as mais agradáveis e proveitosas e as mais aptas a alcançar seu fim.

A palavra de Deus manifestis pascit, obscuris exercet (Agostinho, In Joh., tratado 45), como disse um dos antigos: alimenta com o que é claro e exercita com o que é obscuro. Ela contém o bastante de fácil para nutrir os mais simples até a vida eterna e o bastante de difícil para pôr à prova a diligência e a humildade dos mais capazes.

Diversas coisas devem recomendar esta parte das Sagradas Escrituras à nossa investigação diligente e constante.

I. Trata-se de história; por isso, é envolvente e muito agradável, edificante e muito útil à condução da vida humana. Satisfaz os que procuram saber aquilo que nem a especulação mais intensa poderia descobrir de outra maneira.

Pelo recolhimento interior e pela contemplação séria dos objetos que nos cercam, um raciocínio rigoroso pode alcançar muitas verdades excelentes sem dever nada a outras fontes. Mas, para conhecer os acontecimentos passados, dependemos inteiramente — e sempre dependeremos — dos relatos e registros de outras pessoas.

Uma noção ou hipótese inventada por alguém pode dar-lhe fama de engenhoso. Uma história inventada por ele, porém, lhe dará fama de impostor, exceto no que disser respeito àquilo que ele mesmo viu ou ouviu.

Quanto, pois, devemos à sabedoria e à bondade divinas por estes escritos, que tornaram acontecimentos de tão longa data tão familiares para nós quanto os fatos da época e do lugar em que vivemos!

A história é tão edificante que se inventaram parábolas e fábulas para suprir suas lacunas em nossa instrução acerca do bem e do mal. Diga-se o que se quiser de outras histórias, temos certeza de que nesta não se registra fato algum que não tenha utilidade e que não ajude a explicar a providência de Deus ou a orientar a prudência humana.

II. Trata-se de história verdadeira, em cujo crédito podemos confiar sem medo de sermos enganados. Aquilo que os pagãos consideravam tempus adelon — tempo do qual nada sabiam — e tempus mythikon — tempo cujo relato era inteiramente fabuloso — é, para nós, tempus historikon, tempo sobre o qual possuímos um relato muito autêntico.

Os gregos eram considerados os historiadores mais célebres; ainda assim, seus sucessores no saber e no domínio, os romanos, não lhes deram boa fama de confiabilidade. Prova disso é a frase do poeta: Et quicquid Græcia mendax audet in historia — tudo o que a Grécia mentirosa ousou registrar (Juvenal, Sátira 10).

Mas a história que temos diante de nós é de certeza indiscutível, não uma fábula engenhosamente inventada. Ter plena certeza disso é uma grande satisfação, sobretudo porque encontramos nela tantas coisas verdadeiramente milagrosas e muitas outras grandiosas e maravilhosas.

III. Trata-se de história antiga, muito mais antiga do que qualquer outra cuja origem se tenha atribuído a outra mão. Calcula-se que Homero, o mais antigo escritor pagão autêntico cujas obras chegaram inteiras até nós, tenha vivido no começo das Olimpíadas, aproximadamente na época em que se supõe ter sido fundada por Rômulo a cidade de Roma.

Isso não foi senão por volta do reinado de Ezequias, rei de Judá. Seus escritos, além disso, não se apresentam como história, mas como ficção poética do começo ao fim: são de fato rapsódias, o próprio Alcorão do paganismo.

Os mais antigos historiadores autênticos cujas obras subsistem são Heródoto e Tucídides, contemporâneos dos últimos de nossos historiadores, Esdras e Neemias. Eles não podiam escrever com segurança sobre acontecimentos muito anteriores a seu tempo.

A obscuridade, a deficiência e a incerteza de toda história antiga, exceto a que encontramos nas Escrituras, foram abundantemente demonstradas pelo erudito bispo Stillingfleet no proveitosíssimo livro Origines Sacræ, livro I.

Que a antiguidade dessa história não apenas a recomende aos curiosos, mas recomende a todos nós o caminho da religião que ela nos indica como o bom e antigo caminho. Se nele andarmos, encontraremos descanso para nossa alma (Jeremias 6:16).

IV. Trata-se da história da igreja, a história da igreja judaica, aquela sociedade sagrada constituída para a religião e para a guarda dos oráculos e ordenanças de Deus por uma carta selada com o grande selo do céu, uma aliança confirmada por milagres.

Havia então no mundo muitas nações grandes e poderosas, provavelmente celebradas por sua sabedoria, erudição e valentia, por homens ilustres e feitos ilustres. Todavia, todos os seus registros se perderam no silêncio ou nas fábulas.

Enquanto isso, o pequeno e aparentemente insignificante povo dos judeus, que habitava sozinho e não era contado entre as nações (Números 23:9), ocupa lugar tão destacado na mais conhecida, mais antiga e mais duradoura de todas as histórias.

Nela não se toma conhecimento dos assuntos de outras nações, a não ser quando se encontram com os assuntos dos judeus. Pois a porção do Senhor é seu povo; Jacó é a parte que lhe coube por herança (Deuteronômio 32:8, 9). Tamanho é o cuidado de Deus por sua igreja em todas as épocas, e tão queridos lhe têm sido seus interesses.

Que também o sejam para nós, a fim de imitarmos a Deus como filhos amados.

V. Trata-se de história divina, dada por inspiração de Deus e parte daquele livro bendito que deve ser a regra permanente de nossa fé e prática. Não devemos pensar que essa parte poderia ter sido dispensada, nem que agora possamos passar por ela ou lançar-lhe um olhar descuidado, como se tanto fizesse lê-la ou não.

Devemos lê-la como registro sagrado, preservado para o benefício de nós, sobre quem chegaram os fins dos tempos.

  1. Esta história é muito útil para compreendermos algumas partes do Antigo Testamento. O relato que temos aqui da vida e do reinado de Davi, sobretudo de suas aflições, é uma chave para muitos de seus Salmos; essas histórias também lançam muita luz sobre a maior parte das profecias.

  2. Embora não encontremos aqui tantos tipos de Cristo quanto na história e na lei de Moisés, ainda assim encontramos muitos que foram figuras daquele que havia de vir, como Josué, Sansão, Salomão e Ciro, mas especialmente Davi. Seu reino era tipo do reino do Messias, e a aliança de realeza feita com ele era representação obscura da aliança da redenção feita com a Palavra eterna.

Tampouco saberíamos chamar Cristo de filho de Davi sem conhecer essa história, nem como receber a declaração de que João Batista era o Elias que havia de vir (Mateus 11:14).

  1. A condição da igreja judaica que nos é apresentada aqui era tipo da igreja do evangelho e de sua condição nos dias do Messias. Assim como as profecias que diziam respeito àquela igreja apontavam adiante para os últimos dias, também o faziam suas histórias. Essas coisas ainda lhes aconteceram como exemplos (1 Coríntios 10:11).

Pelo curso dessa história, aprendemos três coisas sobre a igreja, pois o que foi é o que há de ser (Eclesiastes 1:9):

(1.) Não devemos esperar pureza e unidade perfeitas da igreja neste mundo. Por isso, embora suas corrupções, desordens e divisões nos entristeçam, não devemos tropeçar por causa delas. Não devemos estranhá-las como se algo incomum estivesse acontecendo, muito menos julgar pior suas leis e instituições por causa delas ou desesperar de sua permanência.

Que manchas deploráveis de idolatria, impiedade e imoralidade aparecem na igreja judaica, e que lamentável ruptura houve entre Judá e Efraim! Ainda assim, Deus os aceitou, por assim dizer, com todos os seus defeitos, e nunca os rejeitou completamente até que rejeitassem o Messias.

Israel não foi abandonado por seu Deus, nem Judá, embora sua terra estivesse cheia de pecado contra o Santo de Israel (Jeremias 51:5).

(2.) Não devemos esperar tranquilidade e prosperidade constantes para a igreja. Desde a juventude ela foi muitas vezes oprimida e afligida. Teve anos de servidão e também dias de triunfo; foi muitas vezes encoberta, diminuída, empobrecida e abatida. Ainda assim, Deus sempre preservou para si um remanescente, uma semente santa que era sua substância (Isaías 6:13).

Não nos surpreendamos, portanto, se virmos a igreja do evangelho às vezes subjugada, expulsa para o deserto e com as portas do inferno avançando muito contra ela.

(3.) Ainda assim, não precisamos temer sua completa extinção. A igreja do evangelho é chamada Israel de Deus (Gálatas 6:16) e Jerusalém do alto (Gálatas 4:26), a Jerusalém celestial. Israel segundo a carne e a Jerusalém daquela época, pelo maravilhoso cuidado da providência divina, sobreviveram a todas as tempestades que os sacudiram e ameaçaram.

Continuaram a existir até entregarem todas as suas honras à igreja do evangelho, da qual eram figuras.

Do mesmo modo, apesar de todos os golpes que sofrer, a igreja do evangelho será preservada até que se conclua o mistério de Deus e o reino da graça alcance sua perfeição no reino da glória.

  1. Esta história nos é muito útil para orientar-nos no caminho do dever. Foi escrita para nosso ensino, a fim de vermos o mal que devemos evitar e contra o qual devemos estar preparados, e o bem que devemos fazer e ao qual devemos ser estimulados.

Embora as vidas aqui narradas sejam geralmente de juízes, reis e homens importantes, nelas até os de posição mais humilde podem enxergar a deformidade do pecado e odiá-lo, e a beleza da santidade e amá-la.

Quanto maior a pessoa, mais evidentes se tornam ambas essas coisas. Se os grandes são bons, é sua bondade que torna sua grandeza honrosa; se são maus, sua grandeza só torna sua maldade mais vergonhosa.

Até as falhas de pessoas boas são registradas para nossa admoestação: que aquele que pensa estar firme cuide para não cair, e que aquele que caiu não desespere do perdão caso se recupere pelo arrependimento.

  1. Assim como esta história mostra o que Deus exige de nós, também mostra o que podemos esperar de sua providência, sobretudo em relação aos Estados e reinos. O modo como Deus tratou a nação judaica mostra que as nações devem esperar tratamento conforme sua conduta. Enquanto príncipes e povo servem aos interesses do reino de Deus entre os homens, ele assegura e promove os interesses deles.

Quando rejeitam seu governo e se rebelam contra ele, não podem esperar senão uma inundação de juízos.

Assim ocorreu durante toda a história de Israel: enquanto permaneciam junto de Deus, prosperavam; quando o abandonavam, tudo lhes saía mal.

O grande arcebispo Tillotson (vol. I, sermão 3, sobre Provérbios 14:34) sugere que, embora para as pessoas em particular a providência de Deus seja administrada neste mundo sem distinção aparente, pois há outro mundo de recompensas e punições para elas, com as nações, enquanto tais, não sucede o mesmo.

As virtudes nacionais são normalmente recompensadas com bênçãos temporais, e os pecados nacionais, punidos com juízos temporais. Pois, segundo ele, corpos públicos e comunidades humanas, enquanto tais, só podem receber recompensa ou punição neste mundo, já que no próximo estarão todos dissolvidos.

Os caminhos de Deus na disposição dos reinos são expostos com tanta clareza no espelho dessa história que eu desejaria que os estadistas cristãos se considerassem tão obrigados quanto os pregadores a conhecê-la. Dela poderiam tirar máximas de governo e regras de política tão boas quanto as dos melhores historiadores gregos e romanos.

Nós somos abençoados, como os judeus, com uma revelação divina, e professamos como nação a religião e nossa relação com Deus. Portanto, devemos nos considerar sujeitos de maneira especial ao governo divino; as coisas que lhes aconteceram foram destinadas a servir de exemplos para nós.

Não pretendo escrever para os grandes. Mas, se o que fiz aqui puder dar prazer a alguém na leitura e ajudá-lo a compreender e aproveitar esta história sagrada, governando-se por suas instruções, que Deus receba toda a glória e que todos os rios voltem ao oceano de onde vieram. Quando olho para trás, para o que foi feito, não vejo nada de que me gloriar, mas muito de que me envergonhar.

Quando olho adiante, para o que falta fazer, não vejo em mim nada em que confiar para realizá-lo.

Não tenho suficiência em mim mesmo. Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e essa graça, confio, me será suficiente. Certamente no Senhor tenho justiça e força.

Aquela bendita epichoregia de que fala o apóstolo (Filipenses 1:19), aquele suprimento ou comunicação contínua do Espírito de Jesus Cristo, é o que podemos pedir com fé e de que podemos depender para nos equipar para toda boa palavra e obra.

O prazer desse estudo me levou a escrever este volume, e a generosidade com que meus amigos receberam meus pobres esforços sobre o Pentateuco me anima a publicá-lo. Fiz isso segundo o melhor de minha capacidade, não sem algum cuidado e dedicação da mente, pelo mesmo método e da mesma maneira daquele volume.

Gostaria de ter conseguido fazê-lo em menor extensão, para que estivesse mais ao alcance dos pobres do rebanho. Mas, nesse caso, não seria tão claro nem tão completo quanto desejo que seja para o benefício dos cordeiros do rebanho. Brevis esse laboro, obscurus fio — ao tentar ser breve, torno-me obscuro.

Com humilde submissão à providência divina e às suas determinações, e humilde confiança na graça divina, em sua orientação e operação, pretendo continuar este trabalho conforme tiver tempo. Mais dois volumes, se Deus permitir, concluirão o Antigo Testamento. Depois, se meus amigos me animarem e meu Deus me poupar e capacitar, pretendo prosseguir ao Novo Testamento.

Pois, embora muitos tenham empreendido apresentar em ordem uma declaração das partes das Escrituras que ainda estão diante de nós (Lucas 1:1), e suas obras os louvem às portas e provavelmente sobrevivam à minha, o assunto é de fato tão vasto e seu tratamento pode ser tão variado, que há espaço para mais.

Um livro chega às mãos de uns, outro às mãos de outros; todos concorrem para o mesmo propósito de promover os interesses comuns do reino de Cristo, a fé comum entregue de uma vez aos santos e a salvação comum de almas preciosas (Tito 1:4; Judas 3). Por isso, espero que a abundância de obras desse tipo não seja considerada um mal.

Ouso mencionar publicamente meu propósito de prosseguir na esperança de receber o conselho de meus amigos e suas orações por mim. Que eu me torne mais preparado e poderoso nas Escrituras, receba entendimento e capacidade de expressão, e alcance misericórdia do Senhor Jesus para ser considerado seu servo fiel, embora seja menor que o menor de todos os que o chamam Mestre.

M. H. Chester, 2 de junho de 1708.

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